Blogando com a C4R0L


01/10/2008


Revolução 2.0

O YOUTUBE (www.youtube.com.br) é uma ferramenta poderosa da geração Web 2.0. Alguns de vocês podem se perguntar: Web 2.0? O que é isso? De acordo com alguns especialistas no ramo da informática é uma nova forma de se fazer a internet, onde nós, meros usuários temos o poder de interagir e oferecer serviços a outros usuários. O caso do YOUTUBE não é diferente, pois ele nos permite acessar, carregar e compartilhar vídeos dos mais variados possíveis, desde trechos de programas, videoclipes, produções independentes e até simples vídeos caseiros. Fora isso, o usuário ainda tem a possibilidade de criar espaços para comentários e grupos de discussão.

 

Para os internautas em geral, o site é uma excelente opção de entretenimento para todas as idades, já que é oferecido um serviço de busca específica para a escolha livre de um tema desejado. Quer assistir ao último capítulo da novela? No YOUTUBE tem. Quer ver o clipe de sua banda preferida e dar muitas risadas com vídeos engraçados? É só digitar, acessar e voilá (se pronuncia voalá, em francês), você já está interagindo e participando da Web 2.0.

 

No universo do Jornalismo, o site colabora principalmente com as matérias de telejornais. Acaba se tornando um aliado de extrema importância, pois os vídeos servem como ilustração para matérias geralmente polêmicas, em que o acesso às imagens, como as de violência por exemplo, são mais difíceis de se adquirir pelas equipes de TV. As imagens de amadores recolhidas no YOUTUBE são muito bem vindas. 

 

Apesar de ser um serviço vantajoso, o YOUTUBE ainda causa certo mal estar quando o assunto é direitos autorais reservados, os famosos copyrights que, como pode se ver, não são respeitados pela deficiência na própria fiscalização do site. Outra problemática são os vídeos publicados no REDTUBE, espaço adulto facilmente acessado por menores de 18 anos. Para evitar tais desconfortos, recomenda-se que o melhor mesmo é a fiscalização mais rígida dos pais, no caso do REDTUBE, e da consciência de cada um ao acessar e/ou publicar vídeos protegidos por direitos autorais.

 
 
 
Com o slogan "Broadcast yourself", a popularidade do You TubeYOUTUBE é determinada por números. Está presente em mais de 200 países, é o 3º site mais visitado da internet, possui 19.6 milhões de usuários, cerca de 100 milhões de vídeos assistidos por dia e tem o valor de mercado estimado em nada mais nada menos que 1.65 bilhões de dólares. É mole ou quer mais!? Se você já experimentou navegar no mundo mágico dos vídeos, sabe muito bem que não é à toa que o YOUTUBE faz tanto sucesso. E você que ainda não acessou, vai mudar seus conceitos sobre diversão na internet. Transmita-se ao mundo pelo YOUTUBE e sua vida nunca mais será a mesma! 
 

Escrito por >>C4Rolz!N]-[@//JapA//G1RL<< às 18h06
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Ação das boas

Carros, helicópteros e até um jato! Nada escapa de John McClane e o rastro de destruição deixado por ele no quarto filme da série Duro de Matar, que volta com tudo doze anos depois do, até então, último filme “Duro de Matar: A Vingança” de 1995.

Bruce Willis surpreende pela boa forma e o “pique” que ainda possui para desempenhar o papel do super-herói mais durão de Hollywood. Dessa vez, o detetive John McClane enfrenta a fúria de terroristas que atuam pela internet, liderados por Thomas Gabriel, um ex-funcionário do FBI, demitido após provar o quanto o sistema operacional do Governo norte-americano é frágil.

A última missão dada a McClane é simplesmente escoltar Matthew, um dos hackers suspeitos de criar uma seqüência de algorítmos que levaria a“Queima Total”, ou seja, derrubaria todo o sistema de computadores do mundo. Achou fácil?Mera ilusão! Ao chegar à casa do suspeito e encontrá-lo, ambos se desvencilham de rajadas de tiros e são perseguidos pelos capangas de Thomas, que tentam matar o hacker a qualquer custo. A partir daí a ação começa.

Desacreditado, Thomas Gabriel promete vingança e, usando a arma criada por Matthew, vai realizando seus planos perversos, responsáveis pelo caos provocado na cidade de Nova Iorque e no restante dos EUA mais tarde. O primeiro setor afetado é o de transportes, em que semáforos descontrolados provocam acidentes de trânsito e sistemas de comunicação são desativados. Depois as finanças são prejudicadas com o embaralhamento de dados das bolsas de valores e alterações em contas bancárias. E por último, a paralisação de serviços públicos, como fornecimento de água e energia elétrica.

Imaginem tudo isso acontecendo em uma megalópole como Nova Iorque!? Pois é, para o diretor Len Wiseman, tudo isso é possível e mais um pouco. Prova disso são as cenas incríveis de ação e muita adrenalina vividas pelos dois personagens principais da trama. A qualidade dos efeitos especiais é ótima, e a criatividade do diretor ajuda no encaixe perfeito da seqüência de acontecimentos difíceis de acreditar, como a cena em que McClane é capaz de derrubar um helicóptero com a força da pressão da água de um hidrante quebrado. E a cena em que o detetive destrói um viaduto inteiro e leva junto um mega caça da Força Aérea americana? Fantástico!

Apesar do exagero nas cenas de ação, o que vale mesmo é curtir e aplaudir a performance de Bruce Willis até o fim em “Duro de Matar 4.0”. Realmente, este é um filme duro de perder!

Escrito por >>C4Rolz!N]-[@//JapA//G1RL<< às 18h02
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01/04/2008


Aula participativa discute

o tema BLOG

 

A aula de Jornalismo On-line desta terça-feira, dia 1º de abril, ministrada pelo professor José Marcos Taveira contou com a participação de blogueiros de carterinha. São eles, Marcela Nobre Cruz, 20 anos, aluna do 5º semestre de Jornalismo da Unitoledo, e Lucas Matheus de Carvalho, 16 anos, estudante do ensino médio e, escritor de artigos para a coluna “Fala Sério” do jornal Folha da Região. Ambos participaram como meros ouvintes de uma aula que prometia fortes emoções.

 

Foram convidados para participar de uma entrevista coletiva os alunos do 5º semestre de Jornalismo, Cláudio Henrique Ferreira, 20 anos, e Anderson Augusto Soares, 22, que já faziam parte da comunidade de blogueiros antes mesmo do professor Taveira apresentar o blog como ferramenta da internet para os acadêmicos.

 

Diante dos colegas de classe, Cláudio e Anderson falaram um pouco sobre a experiência de ter um blog, e a importância de exporem suas idéias publicamente. Para Cláudio, o blog funciona como um meio dele expor suas opiniões sobre notícias factuais, principalmente ligadas a esporte e política, assuntos que ele aprecia. Já Anderson usa o blog para divulgar o seu talento poético, publicando textos literários, poemas, versos, prosas e vídeos de seu interesse.

 

A linguagem de cada blog varia de acordo com a personalidade daquele que o escreve. Cláudio Henrique costuma escrever de forma direta e simples, opinando com franqueza, o que lhe auxilia na prática da escrita. O dom atribuído a Anderson para a poesia o fez se expressar de maneira mais culta, utilizando termos pouco conhecidos, mas o poeta garante que está revendo seus conceitos para tentar simplificar seus textos, facilitando a vida dos visitantes de seu blog.

 

“Acho sensacional, um sinal de reconhecimento das pessoas quando elas comentam no blog”, diz Cláudio Henrique quando questionado sobre os comentários que recebe. É essencial ressaltar a participação dos internautas, formadores de opiniões e incentivadores da prática do blog. Para ambos, ainda falta informação em relação ao Blog. “Só foi possível eu abrir meu blog quando soube que era gratuito, pois antes eu achava que era um serviço pago”, afirma Anderson Augusto, que desde o início deste ano publica seus textos.

 

 Para quem se interessou pelo assunto e gostou da idéia de ter um blog, podem acessar os sites www.blog.uol.com.br, www.blogger.com.br e www.wordpress.com e passar a fazer parte desta comunidade que não para de crescer. Para aqueles que gostariam de conhecer um pouco mais os nossos jovens blogueiros acesse:

 

Blog do Cláudio: http://www.domclaudio.blogspot.com

Blog do Anderson: http://www.cadernodoanderson.blogspot.com

Blog da Marcela: http://www.contapramarcela.blogspot.com

Blog do Lucas: http://lucas-matheus.zip.net

Escrito por >>C4Rolz!N]-[@//JapA//G1RL<< às 21h52
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25/03/2008


Falando de Rock



Dedico este artigo aos meus caros amigos leigos do assunto em pauta. É verdade! Todos que me conhecem sabem o quanto o universo do Rock n’ Roll me encanta e continua a me encantar, me entorpecendo, literalmente, com melodias que se tornaram viciantes e necessárias para o meu existir.

Posso não ser expert nesse assunto, mas como boa apreciadora do que considero a oitava arte (já que o cinema inegavelmente se tornou a sétima), coloco à disposição meus humildes conhecimentos sobre essa minha paixão contínua de adolescente, que conseguiu permanecer em meu coração.

Dos estilos que aprecio, o que estou curtindo no momento é o Melodic Metal, ou Metal Melódico no bom português, no qual se destacam no cenário mundial as bandas Helloween, Stratovarius, Avantasia, Blind Guardian, entre outras, e a brasileira Angra, possuidoras deste estilo.

O termo Melodic é de certa forma, discutível, pelo fato de ser uma derivação de melodia, o que toda música, indiferente do gênero possui. O termo mais aceito na comunidade rocker seria o Power Metal, mas o outro termo também é válido. Power, nesse caso vem da tradição do conteúdo das letras desse estilo que apresentam, geralmente, o enredo de guerras, mitologias e misticismos, indicando os poderes físicos, hierárquicos e místicos.

Deixando o Power Metal de lado, especificarei por meio de alguns nomes de bandas conhecidas, outros estilos que já passaram pelos meus ouvidos. Comecei com a influência do meu pai, que adora Beatles, Creedence, Rolling Stones, Pink Floyd, entre outros, que são clássicos do rock enquadrados em gêneros mais primitivos que desconheço, mas que não deixam de ser rock por isso. Nesse meio tempo, eu tinha uns seis anos aproximadamente.

Só mais tarde, lá pelos treze anos, é que passei a levar a sério e curtir mesmo. É incrível como tanta gente que já conheci passou a gostar de rock no momento em que ouviu uma das músicas da banda Guns n’ Roses, ícone dos anos 80, categorizada como Hard Rock. A música mais popular do Guns é “Sweet Child O’Mine”, marcada por seus solos de guitarra extremamente fáceis de se executar e carregados de criatividade e beleza.

Progressivamente falando, a partir desse episódio, passei por gêneros como o Grunge de Seattle (EUA), popularizado pelo seu criador, já falecido, Kurt Cobain, com sua banda Nirvana. Cheguei a adotar o punk como ideologia, com a sua anarquia e aquelas músicas muito loucas de protestos, regaçadas com a voz de Joe Ramone, dos Ramones, e as verdadeiras expressões de masoquismo de Sid Vicious do Sex Pistols.

Gostei muito das músicas do estilo New Metal, retratado aqui pelo Linkin Park, Limp Biskit, Slipknot e Korn, que preservo até hoje em minha playlist, e foram bandas que atingiram seu auge, aqui no Brasil, no final da década de 90. Enfim, foram tantos os estilos que ouvi até chegar ao ponto de curtir The Calling, banda considerada pop, com um estilo bem light e melosamente romântico.

Peço desculpas aos críticos de rock se falei algo incoerente ou “sem noção”, mas espero que respeitem o meu ponto de vista, e a minha admiração por esse gênero que adotei como parte de minha filosofia de vida e que espero carregá-la por toda vida, aprendendo mais e mais e conhecendo gêneros novos a cada evolução musical e cada geração de roqueiros que eu presenciar.

Escrito por >>C4Rolz!N]-[@//JapA//G1RL<< às 22h50
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