Blogando com a C4R0L


25/03/2008


Falando de Rock



Dedico este artigo aos meus caros amigos leigos do assunto em pauta. É verdade! Todos que me conhecem sabem o quanto o universo do Rock n’ Roll me encanta e continua a me encantar, me entorpecendo, literalmente, com melodias que se tornaram viciantes e necessárias para o meu existir.

Posso não ser expert nesse assunto, mas como boa apreciadora do que considero a oitava arte (já que o cinema inegavelmente se tornou a sétima), coloco à disposição meus humildes conhecimentos sobre essa minha paixão contínua de adolescente, que conseguiu permanecer em meu coração.

Dos estilos que aprecio, o que estou curtindo no momento é o Melodic Metal, ou Metal Melódico no bom português, no qual se destacam no cenário mundial as bandas Helloween, Stratovarius, Avantasia, Blind Guardian, entre outras, e a brasileira Angra, possuidoras deste estilo.

O termo Melodic é de certa forma, discutível, pelo fato de ser uma derivação de melodia, o que toda música, indiferente do gênero possui. O termo mais aceito na comunidade rocker seria o Power Metal, mas o outro termo também é válido. Power, nesse caso vem da tradição do conteúdo das letras desse estilo que apresentam, geralmente, o enredo de guerras, mitologias e misticismos, indicando os poderes físicos, hierárquicos e místicos.

Deixando o Power Metal de lado, especificarei por meio de alguns nomes de bandas conhecidas, outros estilos que já passaram pelos meus ouvidos. Comecei com a influência do meu pai, que adora Beatles, Creedence, Rolling Stones, Pink Floyd, entre outros, que são clássicos do rock enquadrados em gêneros mais primitivos que desconheço, mas que não deixam de ser rock por isso. Nesse meio tempo, eu tinha uns seis anos aproximadamente.

Só mais tarde, lá pelos treze anos, é que passei a levar a sério e curtir mesmo. É incrível como tanta gente que já conheci passou a gostar de rock no momento em que ouviu uma das músicas da banda Guns n’ Roses, ícone dos anos 80, categorizada como Hard Rock. A música mais popular do Guns é “Sweet Child O’Mine”, marcada por seus solos de guitarra extremamente fáceis de se executar e carregados de criatividade e beleza.

Progressivamente falando, a partir desse episódio, passei por gêneros como o Grunge de Seattle (EUA), popularizado pelo seu criador, já falecido, Kurt Cobain, com sua banda Nirvana. Cheguei a adotar o punk como ideologia, com a sua anarquia e aquelas músicas muito loucas de protestos, regaçadas com a voz de Joe Ramone, dos Ramones, e as verdadeiras expressões de masoquismo de Sid Vicious do Sex Pistols.

Gostei muito das músicas do estilo New Metal, retratado aqui pelo Linkin Park, Limp Biskit, Slipknot e Korn, que preservo até hoje em minha playlist, e foram bandas que atingiram seu auge, aqui no Brasil, no final da década de 90. Enfim, foram tantos os estilos que ouvi até chegar ao ponto de curtir The Calling, banda considerada pop, com um estilo bem light e melosamente romântico.

Peço desculpas aos críticos de rock se falei algo incoerente ou “sem noção”, mas espero que respeitem o meu ponto de vista, e a minha admiração por esse gênero que adotei como parte de minha filosofia de vida e que espero carregá-la por toda vida, aprendendo mais e mais e conhecendo gêneros novos a cada evolução musical e cada geração de roqueiros que eu presenciar.

Escrito por >>C4Rolz!N]-[@//JapA//G1RL<< às 22h50
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